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07/03/2026

       

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março 07, 2026

Micro e pequenas empresas são responsáveis por 64% das vagas formais abertas em janeiro

 

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Pequenos negócios criaram mais de 71 mil empregos com carteira assinada no mês e concentraram a maior parte das contratações no país.



As micro e pequenas empresas mantiveram papel relevante na geração de empregos formais no Brasil no início do ano. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) indicam que os negócios de menor porte concentraram a maior parte das vagas abertas em janeiro.

No período, o país registrou saldo positivo de 112.334 empregos com carteira assinada. Desse total, 71.732 postos foram criados por micro e pequenas empresas, o que corresponde a aproximadamente 64% das novas contratações formais.

O desempenho reforça a presença dos pequenos negócios na estrutura produtiva brasileira, especialmente em atividades com maior intensidade de mão de obra e ampla distribuição regional.

Além do resultado mensal, os dados do mercado de trabalho indicam que esse segmento empresarial vem mantendo participação predominante na geração de vagas formais nos últimos anos, contribuindo de forma significativa para a absorção de trabalhadores no mercado.


Leia mais em:  https://www.contabeis.com.br/noticias/75479/pequenos-negocios-criam-64-das-vagas-em-janeiro/



06/03/2026

       

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março 06, 2026

Receita Federal confirma anúncio das regras do Imposto de Renda 2026 em 16 de março; veja prazo, deduções e como se preparar para declarar

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Entenda o que muda no IRPF 2026, quais documentos separar e como evitar erros na declaração


A Receita Federal do Brasil deve anunciar oficialmente no dia 16 de março as regras da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física 2026, referente ao ano-base 2025. A expectativa é que, durante a coletiva de imprensa, o órgão apresente todas as orientações para os contribuintes, incluindo prazos, funcionamento do programa de declaração, limites de deduções e novidades tecnológicas do sistema utilizado para o envio das informações ao Fisco.


A previsão inicial é de que o prazo para envio da declaração comece em 18 de março e se estenda até 31 de maio, seguindo um calendário semelhante ao adotado nos últimos anos. Nesse período, milhões de contribuintes brasileiros deverão prestar contas à Receita Federal sobre rendimentos, despesas dedutíveis, bens, direitos e eventuais ganhos de capital obtidos ao longo de 2025.


Especialistas alertam que organizar a documentação com antecedência é fundamental para evitar erros, inconsistências e possíveis problemas com a malha fina. A entrega dentro do prazo também é essencial para evitar multas e garantir prioridade na restituição para quem tiver valores a receber.


Programa do IRPF 2026: como funcionará o sistema para envio da declaração

Durante o anúncio oficial, a Receita Federal também deverá apresentar as novidades do programa gerador da declaração (PGD) do IRPF 2026, sistema utilizado pelos contribuintes para preencher e enviar suas informações fiscais.


Tradicionalmente, o programa fica disponível para download poucos dias antes do início do prazo de entrega. Assim que liberado, o software poderá ser instalado em computadores ou acessado por meio das plataformas digitais da Receita, permitindo que os contribuintes iniciem o preenchimento da declaração.


Nos últimos anos, a Receita tem ampliado o uso da declaração pré-preenchida, ferramenta que reúne automaticamente diversas informações fiscais já registradas no banco de dados do governo, como:

  • rendimentos informados por empresas

  • dados de instituições financeiras

  • informações de planos de saúde

  • pagamentos médicos registrados no sistema Receita Saúde

  • aplicações financeiras e investimentos

Essa funcionalidade tem o objetivo de reduzir erros e tornar o processo de declaração mais rápido e seguro, além de facilitar a conferência das informações pelos contribuintes.

No ano passado, o prazo da declaração começou em 17 de março, mas a pré-preenchida completa foi liberada apenas em abril. Para 2026, ainda não há confirmação se a funcionalidade estará disponível já no início do período de envio.


Limites de dedução permanecem os mesmos no Imposto de Renda 2026


Uma das informações já antecipadas é que os limites de deduções do Imposto de Renda devem permanecer inalterados, mantendo os mesmos valores praticados na declaração anterior.

Entre os principais limites previstos estão:

  • R$ 2.275,08 por dependente ao ano

  • R$ 3.651,50 por despesas com educação

  • R$ 16.754,34 como teto para desconto simplificado

Essas deduções permitem reduzir a base de cálculo do imposto e, consequentemente, diminuir o valor a pagar ou aumentar o montante da restituição.


Além dessas despesas, também podem ser deduzidos gastos médicos sem limite máximo, desde que devidamente comprovados, bem como contribuições para a previdência oficial (INSS) e planos de previdência privada do tipo PGBL, respeitando os limites estabelecidos pela legislação.


Documentos necessários para declarar o Imposto de Renda 2026

Organizar a documentação ao longo do ano é uma das recomendações mais importantes para quem precisa declarar o Imposto de Renda. Segundo especialistas em educação financeira, reunir comprovantes e informes com antecedência evita erros no preenchimento e reduz o risco de cair na malha fina.


Entre os principais documentos exigidos pela Receita Federal estão:

Informes de rendimentos

Os contribuintes devem reunir todos os informes recebidos de empresas, bancos e instituições financeiras referentes aos rendimentos obtidos no ano-base 2025. Isso inclui salários, aposentadorias, aplicações financeiras e eventuais rendimentos provenientes de atividades autônomas.

Profissionais que trabalham por conta própria também devem guardar documentos como RPA, carnê-leão e notas fiscais de prestação de serviços, pois esses registros comprovam os valores recebidos ao longo do ano.


Comprovantes de despesas dedutíveis

Outro grupo importante de documentos envolve despesas que podem ser abatidas do imposto devido. Entre elas estão:

  • recibos e notas fiscais de despesas médicas

  • comprovantes de mensalidades escolares

  • gastos com planos de saúde

  • contribuições à previdência oficial ou privada


Vale destacar que profissionais de saúde pessoas físicas agora devem emitir recibos por meio do aplicativo Receita Saúde, sistema criado para aumentar o controle e reduzir fraudes em deduções médicas.


Comprovantes de patrimônio e investimentos

Também é necessário reunir documentos relacionados a bens e direitos, como:

  • escrituras ou contratos de compra e venda de imóveis

  • documentos de veículos

  • extratos de aplicações financeiras

  • participação em empresas

  • financiamentos ou empréstimos

Essas informações são fundamentais para atualizar o patrimônio do contribuinte e verificar eventuais ganhos de capital.


Outras informações relevantes


Além disso, devem ser separados comprovantes de:

  • aluguel recebido ou pago

  • contratos de locação

  • doações incentivadas

  • heranças ou doações recebidas

  • atividades rurais

  • operações com criptomoedas ou outros ativos digitais

Cada uma dessas informações deve ser corretamente declarada para evitar inconsistências no cruzamento de dados realizado pela Receita Federal.


Por que declarar corretamente o Imposto de Renda é fundamental

A Receita Federal utiliza sistemas avançados de cruzamento de dados para identificar inconsistências nas declarações. Informações fornecidas por empresas, bancos e instituições financeiras são comparadas automaticamente com os dados enviados pelos contribuintes.


Quando há divergências, o contribuinte pode cair na chamada malha fina, situação em que a declaração fica retida para análise mais detalhada pelo Fisco. Dependendo do caso, pode ser necessário apresentar documentos adicionais ou retificar a declaração.

Além disso, quem não entrega a declaração dentro do prazo fica sujeito ao pagamento de multa, cujo valor mínimo é de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido.


Planejamento antecipado ajuda a evitar problemas com o Fisco

Diante da proximidade do período de entrega da declaração, especialistas recomendam que os contribuintes iniciem desde já a organização de documentos e comprovantes referentes ao ano-base 2025.

Além de facilitar o preenchimento da declaração, esse planejamento permite identificar possíveis inconsistências, conferir informes de rendimentos e garantir que todas as deduções permitidas pela legislação sejam corretamente aproveitadas.

Com o anúncio oficial das regras marcado para 16 de março, os contribuintes brasileiros terão mais clareza sobre o funcionamento do Imposto de Renda 2026, podendo se preparar adequadamente para cumprir suas obrigações fiscais dentro do prazo estabelecido.



01/03/2026

       

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março 01, 2026

CNPJ Inapto: Guia Completo e Atualizado Para Regularizar Sua Empresa Rápido e Evitar Bloqueios Fiscais

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Saiba como tirar o CNPJ da inaptidão, enviar DCTF, DEFIS, EFD e DASN-SIMEI em atraso e evitar bloqueios fiscais rapidamente.

Guia completo para regularizar CNPJ inapto: consulta no e-CAC, entrega de declarações omissas, multas e reativação automática.


Manter o CNPJ regular é uma obrigação essencial para qualquer empresa no Brasil. No entanto, milhares de empresários descobrem todos os anos que seu cadastro foi classificado como CNPJ inapto, muitas vezes sem perceber que deixaram declarações obrigatórias em atraso. A boa notícia é que essa situação pode ser revertida — desde que o processo seja feito corretamente e com agilidade.

Neste guia completo do Blog Alves Consultor, você vai entender o que significa CNPJ inapto, por que isso acontece, quais são as consequências para a empresa e, principalmente, como regularizar de forma segura e definitiva.


O Que Significa CNPJ Inapto?

O CNPJ é considerado inapto quando a empresa deixa de cumprir obrigações acessórias exigidas pela Receita Federal por um período prolongado. Normalmente, isso ocorre por omissão de declarações nos últimos cinco anos.

A classificação “inapto” não significa que a empresa foi encerrada, mas indica que ela está irregular perante o Fisco e sofre restrições administrativas imediatas.


Por Que Um CNPJ Fica Inapto?

A principal causa é a falta de entrega de declarações obrigatórias, mesmo quando a empresa não teve faturamento. Entre as obrigações mais comuns estão:

  • DCTF (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais)

  • EFD (Escrituração Fiscal Digital)

  • DEFIS (para empresas do Simples Nacional)

  • DASN-SIMEI (para MEI)

Muitos empresários acreditam que, por não movimentarem a empresa, não precisam declarar. Esse é um dos erros mais comuns e que leva à inaptidão.


Quais São as Consequências do CNPJ Inapto?

A empresa inapta enfrenta diversas limitações que impactam diretamente sua operação:

  • Impossibilidade de emitir notas fiscais

  • Bloqueio para participar de licitações públicas

  • Restrição para movimentação bancária empresarial

  • Dificuldade na obtenção de crédito

  • Risco de cancelamento definitivo do CNPJ

Além disso, manter a empresa inapta pode gerar multas acumuladas e complicações futuras para os sócios.


Como Regularizar um CNPJ Inapto Passo a Passo

A regularização é mais simples do que parece, mas exige atenção aos detalhes.

1. Acesse o Portal e-CAC

Entre no sistema com sua conta gov.br (nível prata ou ouro).

2. Consulte as Pendências

No menu “Certidões e Situação Fiscal”, selecione “Consulta Pendências – Situação Fiscal” e gere o relatório completo.

3. Entregue Todas as Declarações Omissas

Transmita todas as obrigações pendentes, inclusive as declarações inativas.

4. Regularize Multas

A entrega em atraso gera multa automática (MAED). O pagamento ou parcelamento é necessário para evitar novos bloqueios.

5. Aguarde o Processamento

Após a transmissão correta, a reativação ocorre automaticamente, geralmente em até cinco dias úteis.


MEI Também Pode Ficar Inapto?

Sim. O Microempreendedor Individual pode ficar inapto se deixar de entregar a DASN-SIMEI ou acumular débitos do DAS sem regularização. O processo de regularização é feito pelo Portal do Simples Nacional.


Quanto Tempo Demora Para Reativar?

O processamento ocorre diariamente pela Receita Federal. Após a entrega das declarações, a reativação costuma acontecer em poucos dias, desde que não existam outras pendências.


Vale a Pena Fazer Sozinho ou Procurar um Contador?

Embora o sistema seja acessível, muitas empresas possuem pendências de vários anos, declarações inconsistentes ou dificuldades técnicas para transmissão. Nesses casos, o suporte de um contador especializado reduz riscos e acelera o processo.

Um profissional consegue:

  • Identificar todas as obrigações em atraso

  • Transmitir corretamente declarações antigas

  • Orientar sobre parcelamentos

  • Evitar novos bloqueios fiscais

  • PJ Fique Inapto Novamente?


A melhor estratégia é a prevenção. Mesmo sem faturamento, a empresa precisa cumprir suas obrigações acessórias. Manter um calendário fiscal atualizado e acompanhamento mensal evita problemas futuros.

Organização, planejamento e acompanhamento contábil são fundamentais para manter a empresa ativa e segura.


Conclusão

O CNPJ inapto não é o fim da empresa, mas exige ação imediata. Regularizar as declarações atrasadas e acompanhar a situação fiscal são medidas essenciais para garantir a continuidade das atividades e evitar prejuízos.

Se sua empresa está nessa situação, agir rapidamente pode evitar multas maiores e restrições mais severas. A regularização é possível — e quanto antes for feita, melhor.



24/02/2026

       

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fevereiro 24, 2026

Quem Deve Declarar o Imposto de Renda em 2026? Confira Todas as Regras e Prazos

 

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Foto ChatGpt -  Guia IRPF 2026 Alves Consultor: descubra quem deve declarar o Imposto de Renda, prazos, regras e dicas para evitar a malha fina

IRPF 2026: guia completo de Valdivino Sousa, Alves Consultor, com quem deve declarar, prazos e regras para evitar erros na declaração do Imposto de Renda


O período de entrega do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) de 2026 está se aproximando rapidamente. 


Tradicionalmente, a Receita Federal abre o prazo a partir do dia 1º de março, e os contribuintes precisam se organizar para não perder o prazo e evitar problemas com a malha fina. Como contador e especialista em Imposto de Renda, acompanho de perto todas as mudanças e alerto que, para a declaração referente ao ano-base 2025, não haverá alterações significativas. 


Apesar de o governo ter aprovado recentemente uma nova tabela do IR, que amplia a faixa de isenção para rendimentos de até R$ 5 mil por mês, essa mudança ainda não se aplica à declaração de 2026. Ela só terá efeito a partir da declaração de 2027, relativa aos rendimentos recebidos em 2026.

É fundamental que os contribuintes entendam que, para o IR 2026, todas as regras e tabelas permanecem as mesmas de 2025. Isso significa que qualquer planejamento ou expectativa sobre a nova faixa de isenção ainda não pode ser considerado. A tabela mensal e anual vigente em 2025 continua sendo referência para determinar quem deve declarar, bem como para calcular possíveis impostos a pagar ou a restituir. 


Além disso, a Receita Federal mantém o desconto simplificado mensal, que garante isenção prática para quem recebe até dois salários mínimos — atualmente R$ 2.824. Na prática, isso significa que contribuintes com rendimentos tributáveis de até R$ 33.888,00 no ano acabam ficando isentos do pagamento de imposto, graças ao desconto simplificado anual.


É importante destacar que a tabela anual do IR não define, sozinha, a obrigatoriedade da entrega da declaração. Existem situações em que o contribuinte pode não pagar imposto, mas ainda assim ser obrigado a declarar, ou pagar imposto na fonte e precisar entregar a declaração por outros motivos legais. Por isso, a obrigatoriedade da declaração é determinada por um conjunto de critérios definidos pela Receita Federal, que vão além da renda anual. 


Entre esses critérios, estão rendimentos tributáveis, rendimentos isentos ou tributados exclusivamente na fonte, ganhos de capital, operações na bolsa de valores, atividades rurais, patrimônio declarado, residência no Brasil e investimentos no exterior.


Com base nas normas vigentes, quem deve declarar o Imposto de Renda em 2026, referente ao ano-base 2025, inclui:

  • Contribuintes que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 33.888,00 no ano;

  • Aqueles que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil;

  • Quem obteve ganho de capital na venda de bens ou direitos;

  • Participantes de operações na bolsa de valores, incluindo vendas totais acima de R$ 40 mil no ano, operações de day trade com lucro e vendas mensais de ações acima de R$ 20 mil com apuração de ganho;

  • Produtores rurais com receita bruta acima de R$ 169.440,00 ou que pretendam compensar prejuízos de anos anteriores;

  • Contribuintes que possuíam, em 31 de dezembro de 2025, bens ou direitos acima de R$ 800 mil;

  • Pessoas que passaram à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano e permaneceram assim até o fim do período;

  • Contribuintes com rendimentos, aplicações financeiras ou estruturas no exterior.


Mesmo quem não é obrigado a declarar pode se beneficiar do envio da declaração. A entrega voluntária permite comprovar renda, regularizar patrimônio, solicitar restituição de imposto retido na fonte ou até mesmo organizar melhor sua situação fiscal para o futuro. Portanto, a declaração do IRPF pode ser uma ferramenta estratégica, mesmo para quem se enquadra na faixa de isenção ou não se enquadra nos critérios obrigatórios.


Em relação à recente mudança aprovada pelo governo sobre a isenção para rendimentos de até R$ 5 mil por mês, é fundamental esclarecer que essa alteração não vale para a declaração de 2026. Ela só impactará o IR a ser entregue em 2027, referente aos rendimentos de 2026. Até lá, a orientação é seguir rigorosamente as regras e tabelas de 2025, evitando erros que possam levar à malha fina, penalidades ou multas por atraso.


Portanto, se você está se preparando para declarar o Imposto de Renda de 2026, minha recomendação é reunir todos os documentos de rendimentos, bens e direitos, manter atenção às operações financeiras e se organizar com antecedência. 


Cumprir essas etapas garante que você envie sua declaração corretamente, aproveite eventuais restituições e mantenha sua situação fiscal regularizada, sem surpresas indesejadas. Para mais informações detalhadas e suporte especializado, você pode acessar meu site Alves Consultor, onde ofereço orientações personalizadas para todos os contribuintes.






17/02/2026

       

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fevereiro 17, 2026

Imposto de Renda 2026: guia completo e atualizado para declarar sem erros

Imposto de Renda 2026: guia completo e atualizado para declarar sem erros

O Imposto de Renda 2026 já começa a movimentar milhões de contribuintes em todo o Brasil. A declaração é obrigatória para quem se enquadra nos critérios da Receita Federal e deve informar todos os rendimentos, bens, investimentos e dívidas referentes ao ano-base 2025.

Entender as regras, prazos e formas de envio é fundamental para evitar multa, cair na malha fina e garantir a restituição dentro do calendário oficial.

📅 Prazo para entrega do Imposto de Renda 2026

A declaração do Imposto de Renda 2026 está prevista para ser entregue entre 01 de março e 30 de maio de 2026.

📊 Tabela do Imposto de Renda 2026

  • Até R$ 2.259,20 — Isento
  • De R$ 2.259,20 a R$ 2.826,65 — 7,5%
  • De R$ 2.826,66 a R$ 3.751,05 — 15%
  • De R$ 3.751,06 a R$ 4.664,68 — 22,5%
  • Acima de R$ 4.664,68 — 27,5%

👤 Quem precisa declarar?

  • Rendimentos tributáveis acima de R$ 30.639,90;
  • Rendimentos isentos acima de R$ 200 mil;
  • Receita rural superior a R$ 153.199,50;
  • Operações na Bolsa acima de R$ 40 mil;
  • Bens acima de R$ 800 mil;
  • Residência no Brasil em 2025.

💻 Como declarar

  • Programa Gerador da Declaração (computador);
  • Aplicativo Meu Imposto de Renda;
  • Portal gov.br.

⚠ Como evitar malha fina

  • Revisar informações;
  • Não omitir rendimentos;
  • Declarar despesas médicas corretamente;
  • Informar operações na Bolsa.

📌 Conclusão

O Imposto de Renda 2026 exige organização e atenção aos detalhes. Com planejamento, a declaração deixa de ser um problema e passa a ser uma obrigação anual cumprida com segurança.

       

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fevereiro 17, 2026

IRPF 2026: quem pode ser obrigado a declarar e quem pode ficar isento? O que se sabe até agora

 

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Entenda as novas regras de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e as datas previstas para a declaração do IRPF 2026.



O período oficial do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026 ainda está longe de começar e as regras oficiais para a declaração deste ano não foram divulgadas pela Receita Federal, mas ainda assim os contribuintes e contadores já colocam a obrigação no radar logo no começo do ano para se organizar.


O aumento da busca por informações do IRPF 2026 cresceu em janeiro e no início de fevereiro deste ano devido às novas regras de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais, gerando dúvidas sobre o impacto da medida e se já haverá reflexo na declaração deste ano.


A nova norma de isenção do IRPF começa a valer efetivamente neste mês de fevereiro, já que é quando haverá a primeira isenção nos salários dos contribuintes, que recebem relativo ao mês de janeiro de 2026.


Sendo assim, a nova medida que isenta os trabalhadores que recebem até R$ 5 mil já será sentida no bolso, mas o impacto na declaração do Imposto de Renda só começará no próximo ano. Isso acontece porque a declaração entregue em 2026 será referente ao ano-calendário passado (2025), quando ainda não havia a isenção mensal. Ou seja, alguns trabalhadores só ficarão isentos de entregar a declaração do IR em 2027 e devem seguir as regras divulgadas para este ano, conforme os ganhos de 2025.


Isso já responde parte das dúvidas que vem surgindo entre os trabalhadores: a isenção do Imposto de Renda mensal válida a partir deste ano para quem ganha até R$ 5 mil não reflete automaticamente na declaração deste ano e o público-alvo da medida não estará automaticamente isento no IRPF 2026.

O que é esperado para o IRPF 2026

A Receita Federal ainda não publicou as normas do IRPF 2026, mas especialistas apontam que o contribuinte pode ter como base as regras do ano anterior, até as regras deste ano serem publicadas. Isso porque costuma haver um reajuste pequeno entre um ano e outro.

Qual deve ser a data de entrega do IRPF 2026

Seguindo o padrão de entrega dos últimos anos, o IRPF deve começar a ser recebido em 2026 no dia 16 de março, com término em 29 de maio (último dia útil do mês neste ano).

Em 2025 a entrega começou no dia 17 de março, mas a declaração pré-preenchida só foi totalmente disponibilizada pela RFB no dia 1º de abril, o que gerou grande controvérsia entre os contribuintes e impactou diretamente a classe contábil. O término a declaração aconteceu no dia 30 de maio de 2025.

Quem é obrigado a declarar o Imposto de Renda de 2026?

As regras para o IRPF 2026 devem ser divulgadas em março, mas para orientação inicial dos contribuintes, vale recordar as regras de 2025, considerando que o valor de corte para quem deve fazer a declaração do IRPF deve sofrer uma atualização. Confira as regras do ano passado:


  1. Quem obteve rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00;
  2. Recebeu rendimentos não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil;
  3. Obteve receita bruta anual decorrente de atividade rural em valor acima de R$ 169.440,00;

  4. Pretenda compensar prejuízos da atividade rural deste ou de anos anteriores com as receitas deste ou de anos futuros;
  5. Teve a posse ou a propriedade, até 31 de dezembro de 2024, de bens ou direitos, inclusive terra nua, acima de R$800 mil.
  6. Realizou operações em bolsa de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas, cujos valores superaram R$ 40 mil;
  7. Obteve ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto;

  8. Optou pela isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro, no prazo de 180 dias;

  9. Optou por declarar bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;
  10. Quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;

  11. Contribuinte que seja titular de trust e outros contratos regidos por alguma legislação estrangeira;
  12. Contribuinte que queira atualizar bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro de 2025, conforme a Lei 14.754/2023;

  13. Passou à condição de residente no Brasil, em qualquer mês de 2025, e nessa condição se encontrava em 31 de dezembro de 2025.
  14. A declaração do Imposto de Renda de 2026 deve informar os rendimentos tributáveis e não tributáveis que foram recebidos ao longo do ano-calendário de 2025.


      Fonte: Portal Contábeis 




       

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fevereiro 17, 2026

Não Perca o Prazo da Entrega do Imposto de Renda 2026

 
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Não Perca o Prazo da Entrega do Imposto de Renda 2026

O prazo para entrega da Declaração do Imposto de Renda 2026 já está previsto:

📅 Início: 01 de março de 2026

📅 Término: 30 de maio de 2026


📌 Por que se preparar antes?
👨‍💼 Quem deve declarar o IR 2026?
✔ Quem teve ganho de capital na venda de bens
✔ Quem realizou operações na bolsa de valores
✔ Quem recebeu rendimentos isentos acima do limite legal
✔ Quem possui bens acima do valor determinado pela Receita
📊 Organização é a Chave
💰 Restituição: quem declara primeiro recebe antes
⚠️ Atenção: as regras ainda serão divulgadas
🎯 Conclusão
📅 01 de março a 30 de maio de 2026

A Receita Federal do Brasil deverá divulgar em breve as regras oficiais, instruções normativas e possíveis atualizações nos critérios de obrigatoriedade.

Se você é contribuinte, empresário, autônomo ou investidor, é fundamental se organizar desde já.

Muitos contribuintes deixam para a última hora — e isso pode gerar:

  • ❌ Erros no preenchimento

  • ❌ Omissão de rendimentos

  • ❌ Inconsistências com a malha fina

  • ❌ Multa por atraso

A multa mínima por atraso na entrega é de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido.

Ou seja: procrastinar pode sair caro.

As regras oficiais ainda serão divulgadas, mas, tradicionalmente, devem declarar:

✔ Quem recebeu rendimentos tributáveis acima do limite anual

Assim que a Receita publicar as novas regras, é essencial analisar se houve alteração nos valores de obrigatoriedade.

Comece agora a separar:

  • Informes de rendimentos bancários

  • Informes de salários

  • Pró-labore ou distribuição de lucros

  • Recibos médicos e odontológicos

  • Comprovantes de educação

  • Documentos de compra e venda de bens

Quem se organiza antes, declara com segurança e pode receber a restituição mais rápido.

Existe uma ordem de prioridade para restituição:

  1. Idosos

  2. Pessoas com deficiência ou doença grave

  3. Professores

  4. Contribuintes que utilizam declaração pré-preenchida e PIX

  5. Demais contribuintes (ordem de entrega)

Ou seja: quanto antes entregar, maiores as chances de receber primeiro.

A Receita Federal do Brasil anunciará oficialmente:

  • Limites de obrigatoriedade

  • Atualização da tabela do IR

  • Regras sobre criptoativos

  • Mudanças na declaração pré-preenchida

  • Novos cruzamentos eletrônicos

Fique atento às atualizações.

O prazo já tem previsão definida:

Não deixe para a última hora.

Planejamento tributário não é gasto — é proteção patrimonial.

Se você quer declarar com segurança, evitar malha fina e pagar apenas o que é devido dentro da legalidade, procure orientação profissional.


       

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fevereiro 17, 2026

PL exige que nome fantasia e CNPJ sejam incluídos nos extratos e faturas de cartão de crédito e débito

 
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PL exige que nome fantasia e CNPJ sejam incluídos nos extratos e faturas de cartão de crédito e débito

Novo PL quer mais transparência em faturas de cartão de crédito e débito, exigindo nome fantasia e CNPJ do estabelecimento para que consumidores tenham mais segurança para identificar compras.

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